A Meta está redefinindo sua estratégia tecnológica e diminuindo significativamente os investimentos no Metaverso, segundo reportagem do The Wall Street Journal. A decisão marca uma mudança de direção importante após anos de aposta de Mark Zuckerberg na tecnologia imersiva, apresentada como o futuro da empresa quando o Facebook foi renomeado em 2021.
De acordo com uma fonte que teve acesso ao plano orçamentário da companhia para 2026, a Meta vai redirecionar recursos antes destinados ao Metaverso para o desenvolvimento de óculos e dispositivos vestíveis com inteligência artificial. O movimento acompanha a tendência do setor, já que empresas como Apple enxergam esses acessórios como a próxima grande plataforma de computação.
A mudança ocorre após a Reality Labs acumular mais de US$ 77 bilhões em gastos desde 2020, sem atrair uma base relevante de usuários para as experiências imersivas. O cenário teria aumentado a pressão de investidores, impacientes com a falta de retorno.
Assim que a notícia dos cortes veio à tona, as ações da Meta registraram alta superior a 3%. Em comunicado, uma porta-voz afirmou que parte do investimento será realocada dentro da própria divisão: “Estamos direcionando mais recursos para óculos e wearables com IA, dado o momento positivo desse mercado.”
Zuckerberg já vinha pedindo ajustes de orçamento nos últimos anos, mas agora concentra os cortes no segmento de Metaverso, que não atingiu o desempenho esperado.
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