Em entrevista à Forbes, Milly Alcock revelou ter vivido um misto de medo e euforia ao ser escolhida para interpretar Supergirl no novo universo cinematográfico da DC. A atriz admitiu que inicialmente duvidou de sua capacidade de dar vida a Kara Zor-El, chegando a compartilhar a insegurança com o diretor Craig Gillespie.
“Não sei como ser essa pessoa. Eu sou apenas eu”, disse Alcock, lembrando o momento em que recebeu a notícia. Segundo ela, a compreensão de que precisaria confiar em si mesma foi decisiva para assumir o papel. “Eventualmente entendi que a única forma de encarar isso era confiar em mim mesma. Sempre acredito que a vida está no tempo certo. As coisas acontecem quando precisam, esteja você pronto ou não.”
Ao longo do perfil, a atriz também revisita sua escalação para A Casa do Dragão. Alcock contou que estava na casa de um amigo, em Glebe, quando recebeu a ligação do agente informando a conquista do papel. A celebração foi imediata: eles abriram uma garrafa de vinho tinto.
A atriz revelou ainda que precisou viajar para Londres quase sem aviso, em plena pandemia, o que tornou difícil manter a contratação em sigilo. “Tive que ficar quieta por quatro meses. As pessoas suspeitaram, mas ninguém adivinhou”, afirmou.
O novo filme da heroína será o segundo da primeira fase do DCU reformulado por James Gunn, que tem início oficialmente com Superman, previsto para 2025. Supergirl marca mais um passo na reconstrução da franquia nos cinemas.
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